ENTREVISTA COMPLETA DE LADY ICE PARA A V MAGAZINE

terça-feira, 2 de junho de 2015




Logo mais cedo trouxemos as capas alternativas de Lady Ice para a V Magazine e colocaremos toda a entrevista que ela deu,falando de seus álbuns e sua carreira como um todo,veja:

INTRODUÇÃO - Olá V Magazine,obrigada pelo grande presente e pela forma que com voces decidimos a forma que seria essa linda homenagem a não só a mim,mas minha carreira que é composta por todos voces,pelos meus fãs que estão comigo até hoje.Cada era em especial eu citarei com muito orgulho e cada uma dela me fez uma grande artista,todas me fizeram criar a ARTPOP.

SLAVE FROM ME - Esse álbum me lembra muito os meus sonhos,as artistas que faziam a minha cabeça quando eu era adolescente.No começo tudo é flores,não conhecemos ninguem e aceitamos qualquer uma,principalmente quando somos jovens,temos sonhos e o meu era ser uma estrela.Algumas pessoas se aproveitam mas foi algo profundo,realmente o disco me marcou.Não era o projeto que eu queria fazer mas eu me identifico com ele

POKER FACE FAME - Realmente com esse disco eu me senti mais livre,eu sempre fui compositora,mas o conceito,minha aparência,minhas escolhas,me sinti eu mesma pois eu criei a Lady Ice a partir daí,algo meu e não inspirado nas artistas que eu ouvia,eu já me sentia nessa liberdade.Nessa época voce vai se desprendendo e vendo que quem lhe deu a mão não quer só a mão,quer todo o resto e o melhor é não dar nem a unha.Realmente o Eletropop é uma das minhas mais fortes vertentes e eu consigo explanar isso no Poker Face Fame tanto quanto o ARTPOP.São os meus melhores discos em questão sonorica identidade para eu mesma

BORN THIS WAY - Eu me sentia madura o suficiente para criar tendências,eu não queria apenas mexer na musica,eu quando mais nova aguardava que minhas cantoras favoritas me dissessem como se postar,me fizessem acreditar que eu poderia ser quem eu quisesse e não elas,que não havia nada de errado em mim.Born This Way é meu álbum mais profundo e conceitual,nele eu deixei todos meus ensinamentos e aprendi junto com ele o que é a vida.Eu despertei com ele sabe,vi que ainda haviam pessoas que não estavam ligando apenas ao conceito.Ele inflou bastante e realmene eu estava atenta a isso,foi algo que eu mesma disse CHEGA.Foi algo exaustivo demais,eu passei trabalhando nele dois anos inteiros,sendo que no break-off eu entrei em turne,eu não pretendo fazer isso nunca mais.

CHEEK TO CHEEK - Foi um dos momentos mais felizes da minha vida pois eu vi que o que estava faltando para a minha evolução como pessoa e assim seguir o conceito do meu álbum anterior.Eu considero o cheek to cheek como uma era pois todo o álbum que me da um ensinamento que eu levo para a vida eu tiro esse conceito.O Tony me mostrou e me levou a paraísos,eu evolui como artista,pessoa e cantora a partir desse disco,e eu não pretendo parar de cantar jazz nunca mais,o jazz me completa,o tony me completa e eu quero cantar com ele para sempre.

ARTPOP - É meio subestimado falar de um álbum que voce acabou de lançar,mas durante  o seu processo criativo ele foi o de longe mais prazeroso,eu estava forte,com o conceito que está aqui comigo,nessa ropa,nessa peruca e nas canções que eu canto.Ele é tão superativo quanto o Cheek to Cheek e o Born This Way,porém enquanto um dita essa superação com mais rancor e um com mais classe o ARTPOP brinca com esses sentimentos.
Postagem mais recente Postagem mais antiga Página inicial